quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nosso primeiro pré-natal



Natal para mim sempre foi um momento pra festejar o nascimento.
Nascimento do menino Jesus.
Logo acredito que nessa fase do ano temos que celebrar o nascimento.
Celebrar o (re) nascimento dos sentimentos.
Sentimentos bons devem ser cultivados todos os dias do ano.
Respeito, carinho, bondade, paciência, tolerância e tantos outros que nos tornam pessoas melhores.
Deixar de lado as birras, implicâncias e impaciências.
Celebrar o amor, no sentido mais amplo que essa palavra possa ter.
Para que com isso nos tornemos cada vez mais, imagem e semelhança do menino Jesus.
Que veio ao mundo com um único propósito, celebrar o amor.
Então, deixo como sugestão para esse final de ano, que nos espelhemos no menino Jesus e propaguemos o amor como ele.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Como mensurar o amor?



Sempre fui do tipo de pessoa que no meio de conversas com amigos lanço a frase: “tenho uma teoria”, pois bem, depois de passar uma tarde maravilhosa com meu namorado, vinha no caminho de casa dirigindo e pensando, tenho uma teoria!!!

Nem sei se essa teoria é minha mesmo, mas no caminho pensei e não recordo de ninguém se apropriando desses meus pensamentos. A teoria é a seguinte: O amor é proporcional ao tempo que passamos ao telefone falando com o ser amado. Não estou aqui divagando do inicio do relacionamento, aquela fase gostosa das descobertas, fase na qual, tentamos sugar tudo sobre o outro no intuito de saber se aquele ser é mesmo real ou se não passa de uma fantasia que queremos realizar.
Quando falo que o amor é proporcional ao tempo que passamos ao telefone com o ser amado, refiro-me ao relacionamento que já tem um caminho percorrido, um alicerce formado, com bases sólidas e duradouras. Você aí do outro lado deve estar se perguntado por quê essa louca está dizendo isso?, é simples, digo isso porque ao passar dos meses, eu e meu namorado estamos vivendo isso.

No começo, nos falávamos muito. Eram mensagens, ligações, até mesmo o MSN. Com o passar dos dias essa intensidade diminuiu, eu me perguntava se era normal, tentava compreender a realidade dele (que ODIAVA telefone) e relevava. Afinal, se a própria mãe reconhecia a dificuldade dele com telefone, quem era eu pra tentar discutir né!

Para minha surpresa, ao passar dos meses essa situação mudou. Passamos a nos falar todos os dias, e o tempo dessas ligações aumentam cada dia mais. Precisamos diariamente nos falar por no mínimo uma hora ao dia. Não importa de passamos o dia juntos, se não nos vemos a muito ou pouco tempo. Todos os dias após as 20h temos nosso encontro sagrado ao telefone.

Analisando meus relacionamentos passados, percebi que quando o namoro estava indo pro brejo, o tempo no telefone diminuía, às vezes nem aconteciam diariamente, e não por falta de oportunidade (leia-se promoções de celular) e sim por falta de tesão de estar sentindo o outro por perto.

Finalizo minha teoria afirmando: O amor é proporcional ao tempo que passamos no telefone. E eu, que amo muito e quero sempre mais ter meu Denguinho ao meu lado, acabo de migrar meu celular para TIM (claro, vou usar sim a promoção dos 0,25 centavos) para ficar cada vez mais perto – mesmo estando longe – de quem tanto amo e que quero cada dia mais ao meu lado.